Palavras que passaram

sábado, 30 de abril de 2011

Caminheiros

O Universo tomara piedade dele. Mesmo sendo nascido das trevas, este era um testamento vivo à mais pura luz que, apesar de apenas encontrada na escuridão, nela não se perderia, jamais. Com a sua transcendente vontade criadora, uma angelical criatura lhe enviava. Seria o seu outro eu, o eu que nele não poderia ser, mas que dele para sempre seria. Teriam, forçosamente, que cruzar caminhos, pois no mesmo caminhavam.  Nada menos era a vontade d'O Divino. Se a diferente passo o trilhavam, mais cedo ou mais tarde se encontrariam, pois a visão de tal viajante, por ora desconhecido, neste percurso tão só seu, os seus corações, pernas e pés aceleraria...

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